Quarta-Feira  8 de Setembro de 2010
  HOME
  AGENDA 2010

  MINISTÉRIO
  A Igreja
  Os Pastores
  Palavra Pastoral
  Porto Seguro / Bahia
  Documentos

  A VIDA DA IGREJA
  Escola de Discípulos
  Escola de Ministérios
  Células
  Palavra dos Discípulos

  FREE DOWNLOAD
  Mensagens
  Os Programas da TV
  Músicas
  Gráficos
  Livros
  Alimento Sólido
  LOJA VIRTUAL

Palavra dos Discípulos  
O Cativeiro e o poder da Reconstrução


Geraldo Spagno nos traz um estudo super frutífero baseado nos Livros de Esdras e Neemias









O CATIVEIRO E O PODER DA RESTAURAÇÃO

 

Esdras e Neemias foram contemporâneos, compondo uma narrativa única, embora o primeiro trate de um período de 79 anos e o segundo cuide apenas de 20.

 

Os autores desses “dois livros em um” revelam um Deus poderoso na arte e estratégia da restauração, numa escalada que remete à capacidade de reverter uma realidade tenebrosa da Babilônia em uma posição de segurança em Jerusalém.

 

O capítulo 3 de Esdras revela no versículo primeiro a importância da unidade santa como estratégia nuclear da restauração e o resultado dessa atuação corajosa são o louvor e a ação de graças ao Senhor, o qual endossa o lançamento dos alicerces nesse esteio, como se lê no versículo onze.

 

O capítulo 3 do livro de Neemias narra duas espécies de trabalho: edificação e reparação. Isso porque quando nos deparamos com ruínas temos que encarar duas realidades. Em alguns casos somos surpreendidos com um caos completo, um verdadeiro holocausto e, em outros, levados a observar uma destruição parcial, mas que também enfraquece e desvia os atingidos dos propósitos para os quais existem.

 

Em ambos os casos temos portas que não se fecham, não cumprem sua principal função porque estão destruídas e, portanto, não cercam e nem protegem o ambiente. Há não apenas uma brecha que permite acesso de ventos sorrateiros, aparentemente suaves, mas toda espécie de ameaças que se apoderam daquilo que deveria ser uma fortaleza, um lugar tranqüilo, justamente porque é o lugar de habitação de Deus.

 

Ainda que arruinado o lugar e totalmente queimadas as suas portas (Neem 1:3) o decreto de restauração não é mera esperança, mas certeza de cumprimento da palavra do Altíssimo (Esd 1:1). É nesse raciocínio que temos como certo o fim exitoso da jornada, embora só possa ser obtido como fruto de trabalho duro e em confiança Naquele que estabeleceu o grande pacto.

 

Para essa empreitada de esforço comprometido, Deus escalou dois homens com os quais todo o povo poderia contar: Esdras (que significa ajuda, auxílio) e Neemias (confortador).

 

O desafio, então, é cercar a cidadela para que nela se estabeleça uma atmosfera segura e de fidelidade, e reparar as portas que permitirão eleger o que pode e o que não pode entrar no arraial retomado e refeito. Também devem voltar ao lugar todos os utensílios que a ele pertenciam (Esd 5:14-15).

 

Para prosseguir daqui, sugiro que você leia cada tópico com sua Bíblia ao lado, conferindo, um a um, os detalhes a seguir expostos sobre o que funciona nesse período de reparação do nosso templo.

 

Para alcançar o objetivo, algumas medidas são imprescindíveis, sem as quais, não há chance de sucesso. Devemos conhecer a respeito do que se passará na jornada da luta de restauração do tempo de cativeiro. Saiba, então:

 

a)    Reconhecer nossas escolhas e atitudes erradas como pecado, (Neem 1:5-7). Há que existir uma experiência de tristeza profunda (Neem 2:1) em razão do pecado e suas consequências, sofrendo-as como faltas nossas (Esd 9:7);

b)    Arrepender-se de tais práticas, comprometer-se sem reservas em abandoná-las e clamar a Deus para que se lembre de sua palavra/promessa de graça e restauração (Nee 1:8-11);

c)     Não se impressione e nem se deixe abater se entre os transgressores estiverem aqueles em relação aos quais se espera exemplo (Esd 9:1-3);

d)    Abandonar as alianças com o adversário, que nos vinculam a seu reino e objetivos (Esd 10:1 e 44) e manter essa postura no curso da caminhada (Esd 4:3, Nee 13:3);

e)    Identificar-se com o reino da verdade, implementando e vivendo a visão de unidade (Esd 3:1, 9 e 6:20 e Nee 8:1);

f)      Restaurar o altar de adoração (Esd 3:3) e das celebrações fixas (Esd 3:4 e Nee 8:13-18). Um jejum de humilhação atrai segurança (Esd 8:21) e gera respostas (8:23). Cada decisão deve ser diligente e nosso parecer, conforme a vontade de Deus (Esd 7:17-18));

g)    Saber que haverá resistência e ameaça de atormentadores que vivem ao nosso redor (Esd 4:4 e 16), os quais não suportam nos ver querendo o bem daqueles que Deus quer como a filhos (Nee 2:10);

h)    Nada pode ter sequer início se os lideres não se envolverem primeiro (Esd 1:5; Nee 3:1), os quais não se confundem com os que entre nós se acham “nobres” (Nee 3:5) mas não se envolvem;

i)      Não duvidar que Deus proverá um exército para nos acompanhar (Nee 2:9), ainda que uns poucos se envolvam conosco no início (Nee 2:12);

j)      É sábio não compartilhar tudo que Deus põe em nosso coração em relação à batalha com todos (Nee 2:12), pois nem todos crerão no início e o próprio inimigo pode ouvir (Nee 4:1), aumentar seu efetivo e se enfurecer ainda mais (Nee 4:7);

k)     O caminho do líder é estreito e difícil, porque ele é um desbravador (Nee 2:14). Nada ou quase nada está pronto;

l)      O exército envolvido deve ser treinado em reconhecer e atender rápido ao toque para a guerra, o que atrai a presença de Deus (Nee 4:20);

m)   Pode ocorrer fofoca (Nee 6:8) e será inevitável o confronto com os nossos próprios enfileirados que se acham “nobres”, mas militam contra a própria casa (Nee 5:7-11);

n)    O inimigo tentará nos distrair e confundir quanto às suas reais intenções (Nee 6:2), mas não podemos arredar pé do objetivo (Nee 6:3);

o)    Ao final, muitos daqueles que nos julgavam e eram contra nós, terão seus olhos abertos para ver a mão de Deus a nosso favor (Nee 6:15-16).

 

Se você for um cientista honesto ou um cristão sincero, procure ver em que situação se encontra e tente corresponder ao chamado de Deus. Não olhe para as ruínas como se fosse responsabilidade de outros. Envolva-se com temor e sabedoria na reconstrução de seu templo. Disso dependerá a vitória do nosso reino contra toda espécie de cativeiro babilônico. Muitos dirão não crer em restauração (I Co 15:12), mas se não crermos é vã a nossa fé e não passamos de incrédulos pecadores (I Co 15:14 e 17).

 

Geraldo L. Spagno Guimarães



Atalhos da página
Editar Imprimir esta página.
Editar Mandar link para um amigo.
Editar Voltar para a página principal.


Asaph na Páscoa deste ano.
Esta ministração foi gravada ao vivo no Projeto Adoradores em Belo Horizonte, na Páscoa deste ano.

O PODER DA VISÃO
Quando temos uma visão clara dos alvos de Deus para nós, tudo se torna mais fácil, tudo flui com mais velocidade e frutos!

DOCUMENTOS DOUTRINÁRIOS DA IGREJA
Existem fundamentos bíblicos que direcionam a igreja local. Conheça-os, e tenha um alvo!

És Bem Vindo Cordeiro De Deus
Prepare-se para ser impactado com as verdades que Deus tem revelado à Igreja sobre o final dos tempos!

 

Clique aqui e veja os CDs com a mensagem e as músicas à sua disposição.
VENHA CELEBRAR A DEUS CONOSCO!

Rua Piauí, 1328 - Cep: 30150-321 - Funcionários - Belo Horizonte / MG Tel: (0xx31) 3224-2800

Av. Cel Benjamim Guimarães, 1716 - Jardim Industrial - Contagem / MG